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Moza e ANAC juntos na protecção da biodiversidade
04/12/2018

O Moza Banco e a Administração Nacional de Áreas de Conservação (ANAC) rubricaram, Quinta-Feira última, em Maputo, um Memorando de entendimento que consiste na divulgação de mensagens visando combater o abate indiscriminado de espécies animais existentes nas Áreas de Conservação, fenómeno que se tem verificado um pouco por todo o País.

Com efeito, a instituição financeira vai, por via das suas diferentes plataformas de comunicação, difundir informações que apelam à protecção e defesa da biodiversidade, demonstrando a sua importância. Aventa-se, ainda, a possibilidade de se usar autocarros de transporte público de passageiros na disseminação das mesmas mensagens.

Na ocasião, o Director Nacional de Áreas de Conservação, Mateus Muthemba, afirmou que esta parceria é a materialização da premissa segundo a qual a preservação da flora e da fauna é uma causa comum.

“É fundamental contarmos com esta parceria, considerando a pertinência dos objectivos que já foram traçados no combate à caça furtiva. O nosso desejo é que venham mais iniciativas de género”, expressou Mateus Muthemba.

Por seu turno, o Administrador Executivo do Moza Banco, Manuel Guimarães, manifestou prontidão para apoiar todas áreas de actuação da ANAC.

“Procuraremos divulgar junto das comunidades, dos nossos clientes e parceiros, os resultados do trabalho das reservas, com o objectivo de defender as espécies, pois tal faz parte da nossa política de sustentabilidade” sublinhou.

Segundo Manuel Guimarães, o património do mundo animal não pode ser visto como sendo somente material, mas sim como património emocional. “O património do reino animal é um património emocional, é de Moçambique e do Mundo inteiro, e urge a consciencialização das pessoas para a protecção desta riqueza, que corre o risco de se perder”, disse.

Por outro lado, o Moza rubricou o Protocolo com a Administração da Reserva Nacional do Niassa. Este acto garante que Reserva do Niassa seja a primeira a beneficiar das acções do Banco, sendo que o objectivo é intervir gradualmente noutras reservas do País.

A cerimónia de assinatura dos Memorandos de Entendimento decorreu à margem da VII Reunião Nacional das Áreas de Conservação, que se realizou sob o lema “O Futuro da Vida Selvagem Depende de Mim”.

 

Maputo, 04  de Dezembro de 2018

Moza Banco chega a mais 20 distritos até 2019
28/11/2018

A iniciativa enquadra-se no projecto do Governo denominado “Um Distrito, Um Banco”, que visa permitir que mais moçambicanos tenham acesso aos serviços bancários.

No âmbito do processo de bancarização de Moçambique, o Ministério da Terra Ambiente e Desenvolvimento Rural, através do Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável, e o Moza Banco assinaram, na tarde desta segunda-feira, um acordo que prevê que esta entidade bancária possa expandir os seus serviços para mais 20 distritos do País até o ano 2019, visando permitir que mais moçambicanos tenham acesso ao sistema financeiro.

Trata-se dos distritos de Meluco e Quissanga (em Cabo delgado); Majune, Chimbonila, Ngauma e Sanga (em Niassa); Liúpo, Memba e Nacarôa (em Nampula); Marínguè (em Sofala); Machaze (em Manica); Chinde, Derre, Ile, Lugela e Mocubela (na Zambézia); Tsangano (em Tete); Chigubo, Guijá e Mapai (em Gaza).

O acto enquadra-se no projecto “Um Distrito, Um Banco” lançado pelo Governo em 2016, que tem em vista acelerar o processo de bancarização das zonas rurais, visando minimizar o sofrimento da população que tem percorrido distâncias em busca de uma unidade bancária.

Na sua intervenção, o Ministro da Terra Ambiente e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, manifestou a preocupação do Governo em expandir os serviços bancários para mais pontos do País.

“Temos consciência como Governo que expandir a banca para os locais mais recônditos de Moçambique continua a ser um desafio, o Moza Banco desde o início aderiu a política nacional de bancarização e hoje damos mais um passo importante no objectivo de permitir que mais moçambicanos possam ter acesso aos serviços financeiros num raio razoável de máximo 3 quilómetros”, referiu o governante.

Por outro lado, Celso Correia assegurou que o seu Governo tudo fará para materializar o acordo ora assinado, visando beneficiar a população e a economia moçambicana.

“Tudo faremos para cumprir a nossa meta de assegurar que todos os 153 distritos a nível nacional possam ter no mínimo um balcão até 2019. Em Moçambique, ainda temos milhares de moçambicanos que tem de percorrer horas, senão dias, para ter acesso ao seu salário e a uma agência bancária”, acrescentou o ministro. 

Por sua vez, o Presidente de Conselho de Administração (PCA) do Moza Banco, João Figueiredo, manifestou o interesse em continuar a levar o sistema bancário aos moçambicanos.

 “Somos hoje um Banco Universal e de Retalho, com 3ª maior rede de Agências do país, composta por cerca de 55 balcões. Pretendemos reforçar o nosso posicionamento expandindo a nossa presença para outros locais e esta parceria vai certamente facilitar a concretização deste objectivo ”, referiu o PCA do Moza Banco, João Figueiredo, momentos após rubricar o acordo com o MITADER.

Importa referir que no âmbito do projecto “Um Distrito, Um Banco” o Moza já se faz presente nos distritos de Chicualacuala (em Gaza); Vanduzi e Gondola (em Manica); e Murrupula (em Nampula).

Moza Banco promove cultura de poupança
15/11/2018

Assessora do Conselho de Administração do Moza, Joana Matsombe, defende que é preciso poupar para que se possa investir no futuro 

 

O Moza Banco promoveu, semana finda, uma palestra sobre a importância de poupança de dinheiro, numa cerimónia dirigida aos estudantes da Universidade Pedagógica e não só. O evento decorreu alusivo a semana mundial da poupança. 

A palestra teve como oradora principal, a Assessora do Conselho de Administração do Moza, Joana Matsombe, quem falou do valor do dinheiro na vida das pessoas e no desenvolvimento socioeconómico do País.

A oradora afirmou, na ocasião, que a poupança possibilita o uso sustentável do dinheiro, gerando mais capital para médio e longo prazo. Conforme constatou, o número de pessoas que poupam ainda está aquém do desejável, pelo que é necessário reforçar a educação financeira na sociedade moçambicana.

“Se nós não pouparmos não temos como investir. Por isso mesmo, é importante ensinar as pessoas a pouparem e fazer da poupança o seu dia-a-dia. A poupança é também importante para o empreendedorismo, de tal forma que estas áreas têm uma forte ligação”, explicou Joana Matsombe.

Ainda na sua interlocução, Joana Matsombe precisou que a moeda nacional registou evolução tanto na sua nomenclatura monetária como na qualidade de produção, tanto que, nos últimos anos, reduziram, drasticamente, as tentativas de sua falsificação.

A antiga Administradora do Banco Central fez, igualmente, uma radiografia sobre a história do metical, desde a sua constituição enquanto moeda nacional, após a independência, bem como os processos da sua alteração. Até então, o País teve três famílias do metical, sendo que a terceira é a que se encontra em vigor.

Paralelamente a esta palestra, Moza participou do Lançamento do “road show” do projecto “Poupe, Cada Metical Conta”, durante a feira de Poupança, que decorreu no Centro Cultural do Banco de Moçambique, na cidade da Matola.

No local, o banco, que se fez representar por uma equipa, ofereceu aos visitantes do seu “stand”, alguns serviços, como a abertura de contas, aconselhamento sobre as vantagens de poupança e facilidades de financiamento.

Moza e MISAU juntos no combate à Malária
31/10/2018

No âmbito da iniciativa Presidencial “Zero Malária Começa Comigo” lançada à luz do Fórum Nacional da Malária realizado em Junho último, o Ministério da Saúde e o Moza Banco, assinaram hoje, um Memorando de Entendimento que visa o reforço das acções de Combate à Malária no país.

A cerimónia solene teve lugar na Terminal Interprovinvial da Junta, em Maputo, e juntou diversos actores sociais, entre profissionais da Saúde, artistas, religiosos e público que acorreu ao local.

Intervindo momentos após a assinatura do Memorando, a Ministra da Saúde, Dra. Nazira Abdula, referiu que o documento ora assinado, irá contribuir para a redução de morbi-mortalidade por malária nas comunidades, pois com base na sua implementação, as mensagens e boas práticas tendentes ao combate à malária no país, chegarão a mais pessoas.

“Este evento constitui uma demonstração do compromisso do sector privado na sua parceira com o Ministério da Saúde na luta contra a malária. Para além de dar maior visibilidade à Campanha Zero Malária Começa Comigo, irá permitir que se alargue o conhecimento sobre a procura de medidas de prevenção da malaria, disse.

Por seu turno, João Figueriedo, Presidente do Conselho de Administração do Moza Banco referiu que o Memorando representa uma mais-valia para as famílias e comunidades, e se enquadra as acções do Moza Banco no no contributo à melhoria e qualidade de vida do povo Moçambicano.

“Juntamo-nos aos esforços de luta contra a malária no âmbito do nosso comprometimento e determinação em apoiar caisas sociais que promovam o bem-estar das Comunidades, que faz parte do ADN da nossa instituição. Reconhecemos que os desafios na luta contra a malária são enormes, pelo que o seu sucesso depende em larga medida de uma actuação concertada e coordenada entre os diversos actores, cvmo Moza Banco estamos já a dar o nosso contributo, assumindo que efectivamente, ZERO MALÁRIA também COMEÇA CONNOSCO!

Entre as cções previstas ao abrigo do Memorando, consta uma Campanha de Sensibilização a ser efectivada através de autocarros de Transporte Público de Passageiros (sendo que em dois deles foi descerrado um pano no local), Roadshows, campanhas nos Órgãos de Comunicação Social entre outras.

Maputo, 29 de Outubro de 2018

Nota de Imprensa
03/09/2018

O Conselho de Administração do Moza Banco SA informa os seus Clientes e o público em geral que, no quadro das negociações que vinha desenvolvendo, efectuou no passado dia 24 de Agosto do corrente ano, uma Oferta para Aquisição da totalidade do capital social do Banco Terra S.A..

A referida transacção insere-se no âmbito de uma operação estruturada que inclui, para além da referida aquisição da totalidade do capital do Banco Terra S.A., a posterior fusão entre o Moza Banco SA e o Banco Terra S.A..

Com esta operação, que naturalmente irá salvaguardar os superiores interesses de todos os stakeholders de ambas as Instituições, pretende-se dotar a Instituição resultante da transacção com uma capacidade reforçada em servir o mercado em geral, e os clientes em particular, com elevado espírito de cooperação e relacionamento nos diferentes sectores da vida económica e empresarial do país

Mais se informa que a referida oferta irá agora, ser apreciada pelos Órgãos competentes e Accionistas do Banco Terra S.A., bem como pela Autoridade Reguladora, decorrendo entretanto os trâmites processuais, regulamentares e legais que resultam de uma operação desta natureza.

O Moza Banco SA, na certeza que o seu sucesso irá beneficiar a economia e a sociedade em geral, manifesta o seu maior empenho na concretização desta transacção que, estamos convictos, irá consolidar o seu posicionamento no mercado como um Banco de referência no Sistema Financeiro Nacional.

 

O Conselho de Administração

Moza Banco S.A.