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Moza assina acordo com FTC para melhorar as condições do transporte público urbano em Maputo
01/02/2018

O Moza Banco rubricou hoje um acordo de cooperação com o Fundo de Desenvolvimento dos Transportes e Comunicações (FTC) que abre espaço para que esta entidade bancária possa prestar acções de responsabilidade social a favor da melhoria das condições dos transportes públicos urbanos da zona metropolitana de Maputo. 

O acordo foi materializado na tarde desta quarta-feira, em Maputo, e testemunhado pelo Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, para além de estruturas governamentais de nível local e municipal bem como a Federação Moçambicana dos Transportes Rodoviários, FEMATRO, e seus associados. 

Com este acordo, o Moza Banco, conhecido pelo seu sentido de relacionamento com o cliente, estende o seu interesse pelo citadinos de Maputo e outras cidades do País ao abrir seu pacote de responsabilidade social para a garantia de um transporte disponível, cómodo condigno.

Falando na ocasião, o Presidente do Conselho de Administração do Moza Banco, João Figueiredo, disse que o acordo ora rubricado conserva o espírito de banca relacional, conceito defendido pelo Moza, que coloca o cliente como no centro da sua actuação. 

“Assentaremos a nossa actividade numa cultura de banca relacional. Uma cultura que se inspira no Cliente como o centro do seu posicionamento estratégico, onde a proximidade, oferta de soluções inovadoras e um serviço diferenciado com elevada qualidade, são as nossas marcas distintivas neste mercado cada vez mais concorrencial. É neste contexto, aliás, que se insere esta nossa parceria que hoje aqui vimos materializar com a Fundo de Transportes e Comunicações.” 

O PCA do Moza Banco diz também que graças a relação e interacção desenvolvida entre o banco e os clientes, foi possível aperceber-se das suas necessidades, que vão para além do plano financeiro. Daí a tomada de decisão para apoiar o sector de transporte público urbano.   

“Da implantação que temos tido, e da regular interacção com as comunidades, apercebemo-nos das dificuldades que estas enfrentam em vários domínios (…) Por essa razão, unimos esforços com o FTC e seus parceiros no sentido de apoiar, a medida das nossas capacidades, na prossecução dos seus objectivos.” 

O Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, enalteceu a acordo rubricou entre o Moza Banco e o FTC.  

“Presenciamos há pouco, a assinatura do memorando entre o FTC e o Moza Banco, que tem sido um parceiro muito relevante para o reforço da frota de autocarros, e por via disso irá promover a sua imagem e os seus serviços financeiros nos autocarros agora disponibilizados.” 

Para além do sector de transportes, o Moza Banco vem desenvolvendo acções de responsabilidade na área de educação e gestão de calamidades. 

O acordo entre o Moza Banco e o FTC foi feito na mesma cerimónia em que o Governo entregou um lote de 38 que vão servir cerca de 41 mil passageiros por dia, na área metropolitana da Cidade de Maputo.

 

Maputo, 31 de Janeiro de 2018

Moza Banco conta com duas novas agências
30/01/2018

O Moza Banco alargou a sua rede de balcões de atendimento com a entrada em funcionamento, hoje (26), de duas novas Agências, sendo uma nos arredores da cidade de Lichinga, capital provincial de Niassa, e outra em Dondo, na província central de Sofala.


A cerimónia de inauguração do balcão de Lichinga foi dirigida pelo Governador da Província de Niassa, Arlindo Chilundo, tendo contado ainda com as presenças do Governador do Banco de Moçambique, membros do Governo provincial e distrital, autoridades municipais, para além do Presidente do Conselho de administração do Moza, João Figueiredo, corpo gerente da Agência, Clientes e público em geral.


Na sua intervenção, o Presidente do Conselho de Administração do Moza, João Figueiredo, frisou que a instituição que dirige assume-se como um Banco relacional, pelo que pretende estar cada vez mais próxima dos clientes e população no geral, por forma a servi-los com qualidade, oferecendo uma oferta e excelência. “A abertura destes novos balcões demonstra que o Moza Banco está vivo e determinado a ganhar o seu espaço no mercado, servindo com distinção e elevado sentido de responsabilidade o público em geral”.

Figueiredo destacou ainda o forte compromisso do Moza na expansão dos seus serviços e incremento dos níveis de inclusão financeira, em que para tal o Banco está a apostar igualmente em canais alternativos e na banca digital.

Por seu turno, o Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela congratulou os colaboradores, gestores e a Administração do Moza por estarem a abrir uma agência cerca de um ano após a conclusão do processo de intervenção naquela instituição, o que sinaliza o estado de solidez e estabilidade em que actualmente se encontra. “Para o Banco de Moçambique, a abertura desta agência representa uma indicação clara que conseguimos, com apoio e paciência de todos os moçambicanos, concluir o processo de intervenção com sucesso, devolvendo assim esta instituição ao mercado”.

Arlindo Chilundo, Governador do Niassa, enalteceu a iniciativa do Moza de se expandir para Lichinga, considerando que a nova Agência vai aumentar a acessibilidade e disponibilidade de serviços financeiros na província contribuindo deste modo para a melhoria dos níveis de inclusão financeira, e consequentemente para a promoção do bem-estar e progresso económico e social das comunidades. Chilundo apelou o Moza a prosseguir com os seus esforços de expansão da sua rede de balcões para mais regiões da província, visando cobrir os demais distritos que ainda se encontram fora do sistema financeiro.

Refira-se que com a abertura da Agência Lichinga, o Moza passa a estar fisicamente representado em todas as capitais provinciais, para além de outras grandes cidades e alguns distritos, sendo actualmente a instituição financeira como o Banco com a 3ª maior rede bancária do País.

 

Maputo, 26 de Janeiro de 2018

Moza Banco reforça o seu capital social
07/12/2017

Os accionistas do Moza Banco procederam no dia 06 de Dezembro a anunciada operação de aumento de capital no montante de MZM 3.542.050.000,00 (aproximadamente 59 Milhões de Dólares Americanos), passando o capital social total do Moza Banco SA para os 13.841.250.000 MZN (aproximadamente 230 Milhões de Dólares Americanos). Esta operação de aumento do capital foi aprovada, por unanimidade, em sede da Assembleia Geral Extraordinária da instituição financeira, realizada no passado dia 06 de Novembro.

 “Este aumento de capital visa assegurar a implementação do Plano Estratégico (2017 – 2021), e irá permitir ao Moza Banco reforçar o seu posicionamento estratégico e comercial, mantendo um compromisso com o desenvolvimento do sistema financeiro nacional em geral, e da economia moçambicana em particular, em conformidade com as melhores práticas internacionais de gestão prudencial e de risco”, afirmou João Figueiredo, Presidente do Conselho de Administração. Realçou igualmente que “o Moza é hoje, um dos maiores bancos no que concerne aos designados por “Fundos Próprios” e a Instituição financeira com o maior “Capital Social” a operar no país.

Com a concretização da operação de aumento de capital social a estrutura accionista do Moza Banco passa a ter a seguinte composiçao:

 

Accionistas

Número de Acções

Valor Nominal (Em Meticais)

Percentagem do Capital

Kuhanha S.A

468.482

11.712.050.000,00

84,617%

Moçambique Capitais, S.A

  43.435

1.085.875.000,00

7,845%

NB ÁFRICA, SGPS, SA

   41.732

1.043.300.000,00

7,538%

António Matos

1

25.000,00

0,000%

Moza Banco

553.650

13.841.250.000,00

100%

 

 

 

Moza com um novo posicionamento no mercado
28/07/2017

João Figueiredo é o PCA indicado pelos accionistas

Os accionistas do Moza Banco reunidos em Assembleia Geral Extraordinária, realizada na passada sexta-feira, dia 28/07, aprovaram os novos órgãos sociais, que tem como Presidente do Conselho de Administração executivo, João Figueiredo, assim como um novo plano estratégico de actuação no Mercado.

A agenda de trabalhos da Assembleia Geral incluiu também o informe sobre o processo de aumento de capital social aprovado da última reunião da Assembleia Geral; a ratificação da contratação da empresa de auditoria externa para o exercício de 2016; deliberação sobre a contratação da empresa de auditoria externa para o exercício de 2017; apreciação e deliberação relativa ao Relatório e Contas do último exercício; entre outros pontos.

O evento marca assim o final da intervenção do Banco de Moçambique no Moza, e o início de um novo ciclo na história para o Banco que detém a 3ª maior rede de balcões a operar no país.

Em mensagem dirigida aos colaboradores do Banco instantes após a Assembleia Geral de Accionistas, o PCA Executivo do Moza anunciou o início de um novo ciclo, no qual o Banco se encontra melhor preparado para enfrentar os desafios do futuro. “Hoje, com o término da intervenção do Banco de Moçambique, podemos com firmeza anunciar o fim de um ciclo do nosso Banco, dando por encerrado o capítulo do saneamento e reequilíbrio da estrutura financeira e patrimonial. Assim, é com toda a clareza que podemos dizer que terminamos esta fase com pleno sucesso. O Banco Moza é hoje uma Instituição capitalizada, estruturalmente sólida, cumpridora dos rácios prudenciais regulamentares, e segura para os seus depositantes.”

De acordo com o PCA do Moza, o Banco vai manter a sua essência enquanto Banco Universal, colocando no seu ADN “a relação com o cliente”, a quem irá servir com padrões de alta qualidade e através duma oferta de produtos e serviços ajustada a necessidade específica de cada segmento de Mercado.

Com a aprovação de Contas e das restantes matérias discutidas na presente Assembleia, os Accionistas deram um claro sinal de confiança na equipa de gestão liderada por João Figueiredo, assim como renovaram o seu compromisso de dotarem o Moza com a capacidade necessária para instituição ocupar um papel de maior relevo no panorama do Sistema Financeiro Nacional.

Refira-se que com a injecção de capital por parte do novo accionista - a Kuhanha, o Moza tornou-se a instituição financeira melhor capitalizada do mercado, com capital social de 10.299.200.000 meticais (dez mil duzentos e noventa e nove milhões e duzentos mil Meticais), cerca de seis vezes acima do novo mínimo imposto pelo Banco Central aos Bancos comerciais, fixado em 1.200.000.000 (mil e duzentos milhões de Meticais).

Informação Relevante - Comunicado do Banco de Moçambique ao Público (02/06/17)
02/06/2017

SOBRE A COMPRA DO MOZA PELA KUHANHA

"O Banco de Moçambique anunciou esta quarta-feira, 30 de Maio de 2017, em Conferência de Imprensa, o vencedor do concurso relativo à compra do Banco MOZA.

E o concorrente anunciado é a KUHANHA-Sociedade Gestora do Fundo de Pensões dos trabalhadores do Banco de Moçambique.

Perante uma massiva reacção em relação ao concorrente vencedor há que lembrar o seguinte:

  •   Era preciso resolver, em definitivo, a situação do MOZA;
  •   O concurso aberto era para todos os que reuniam requisitos;
  •   A permanência do MOZA na situação em que estava não se afigurava sustentável. Ou seja, o buraco financeiro da instituição era gigantesco no momento da intervenção;
  •   Sendo o MOZA um banco sistêmico, capaz de arrastar consigo vários problemas com a sua liquidação, era necessário agir quanto antes.

 Os passos dados e que indiciam, para muitos analistas, violação da lei e da ética, foram superados por uma decisão superior de gestão, a qual evitou o descalabro que se notaria caso esta solução não tivesse tido lugar.

Como em muitas situações, a decisão tomada conforta os que a levaram a cabo, no sentido de que foi recuperada na sua plenitude uma instituição que poderia ter tido uma sorte bem pior e que levaria os clientes, singulares e entidades colectivas, ao caos e com o dedo acusador a uma hipotética apatia e indiferença do Banco Central.

 

Maputo aos 1 de Junho de 2017."